Terça-feira, Fevereiro 09, 2010
O Blogue do Luís Morgado-Pintar por aí
Parabêns ao grande artista e amigo e como mensagem que seguramente será o lema da sua vida digo-te:
Camarada, a Luta Continua !
Veja o Blogue do Luís Morgado aqui: http://pintarporai.blogspot.com/
Os Videos dos murais do Luís Morgado, feitos por mim e publicado neste Blogue podem ser vistos aqui: Parte 1, Parte 2, Parte3.
Segunda-feira, Fevereiro 01, 2010
Restauro Integral do Painel do Moinho na Moita.

As possibilidades de restauro de painéis dos séculos XVI a XIX, são possíveis parciais ou integrais, devido ao uso de vidrados e óxidos com as mesmas características dessas épocas já desde 1989 testadas na A.A.G.
Embora a homogeneidade de cozedura nos azulejos dos trabalhos feitos na Azulejaria Artística Guerreiro seja um factor de maior qualidade, porque são cozidos em forno elétrico o que faz com que o forno tenha práticamente todo a mesma temperatura, a heterogeneidade entre os azulejos dada pela diferença das temperaturas nas cozeduras em fornos a lenha é práticamente impossível de se conseguir, nem mesmo numa cozedura em fornos a gáz, devido ao avanço tecnológico.
Por isso para se conseguir uma cozedura tão diversa e ímpar como as eram nos séculos XVI a XIX só seria possível se se cozessem os azulejos em fornos a lenha, como na altura.
Se repararem com atenção nos azulejos antigos nas Capelas e Igrejas ou Casas Senhoriais e Palácios, cada azulejo tem uma pequena diferença de tonalidade nos vidrados ou óxidos, quanto mais antigos mais essas diferenças são acentuadas. Nos finais do séc. XIX e até meados do séc. XX, devido ao aperfeiçoamento dos fornos e da introdução do gaz como combustível, os azulejos atingem uma homonegeneidade quase perfeita a nível cromático e de vidrados. A Fábrica Aleluia de Aveiro é uma das mais evoluidas nessa perfeição, como se pode ver nos painéis das estações de caminhos de ferro antigas de que destaco a Estação de São Bento no Porto, feitos pelo Mestre Jorge Colaço, soberbos no detalhe, temática e cromância, além da superioridade de vidrados e cozedura já explanados encima.
Domingo, Janeiro 03, 2010
Zé José Carioca nos Arquivos Guerreiro-Alhos Vedros
Este é o documentário sobre a vinda de Zé José, o cineasta e editor da revista "Zé Pereira", Eduardo Souza Lima a Alhos Vedros e zonas envolventes.
O famoso carioca, esteve hospedado na casa da Tina, minha esposa, na Moita e no dia 18 de Dezembro de 2009 fez o favor de apresentar o seu filme de fição científica, "Pimentípoli" préviamente apresentado no Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira nos Arquivos Guerreiro, sitos na Rua Duarte Pacheco, nº4 em Alhos Vedros.
Tudo decorreu com tranquilidade exceptuando o facto de um dos convidados ter "subtraído" uma revista "Zé Pereira" da minha coleção e logo o nº1, o que depois me foi explicado pelo próprio que não teve outra possibilidade existencial porque era uma revista que tinha o seu nome, esse indivíduo, vítima das más leituras, (Jornal "A Bola") e possuidor duma péssima reputação devido a ser adepto do SLB, apenas foi desculpado porque o próprio Zé José me prometeu enviar o número da revista subtraído por esse tal de Zeca*, que ainda por cima tem pretensões artísticas !Os dois filmes no formato DVD foram depois autografados e oferecidos pelo autor ao responsável pela programação cinéfila da "Casa Amarela de Alhos Vedros, rua 5 de Outubro nº 52 em Alhos Vedros" onde foi prometido que serão exibidos em sessão pública.
*foto em anexo
Sexta-feira, Dezembro 25, 2009
Quarta-feira, Dezembro 09, 2009
Eduardo Souza Lima-o Zé José Carioca, está no Festival de Cinema de Stª Maria da Feira e também passa por Alhos Vedros !
É com muito gosto que divulgo aos orgãos de comunicação locais e nacionais o multi facetado Zé José, também autor do documentário: O Rio de Jano, dedicado ao desenhador Francês que desenhou o Rio de Janeiro numa versão animalista, (faceta que eu também explorei recentemente na minha série em HQ, "O Deserto da Educação" ) muito ao seu estilo e que foi amplamente publicado durante a década de 1970/80/90 pela mítica revista francesa Metal Hurlant que começou em 1974 na edição de Histórias em Quadrinhos de Fição Ciêntifica e não só, continuando a ser publicada nos E.U.A. até hoje com o nome de Heavy Metal Magazine
Luís Cruz Guerreiro
Segunda-feira, Outubro 26, 2009
Compilação da Primeira Série das tiras do "Deserto da Educação"




















Sábado, Agosto 08, 2009
Gente Que Trabalha 1 - Brasília 50 anos !

comemorativo dos 50 anos da capital do Brasil.

Segunda-feira, Maio 25, 2009
Quinta-feira, Maio 21, 2009
Convite para Exposição de BD em Azulejos nos Arquivos Guerreiro

Quinta-feira, Abril 30, 2009
Convite Exposição BD em Azulejos no Posto de Turismo da Moita

A temática é a Ficção Ciêntifica, e apresenta o 1º episódio completo das "Aventuras de Jerílio no séc. 25".
Também algumas pranchas e projectos do 2º episódio, podem ser vistos ainda só na fase de desenho.Complementa a Exposição três pranchas de BD Humorística e três painéis da "Linha Clássica", com a temática dos Descobrimentos Portugueses.
Sobre a Exposição de BD em Azulejos de Luís Cruz Guerreiro no Posto de Turismo da Moita.
Infelizmente, e por motivos alheios à minha responsabilidade, a exposição dos meus trabalhos no Posto de Turismo da Moita, cuja abertura era a 27 de Abril, não tem estado aberta. Por isso, peço desculpas aos meus convidados e a todos os que para lá se dirigiram com esse objectivo e, conforme informação de última hora, "talvez" abra hoje.
Por favor, não desistam de tentar visitar a Exposição, porque "talvez" esteja aberta algum dia.
30 de Abril de 2009
A Exposição está finalmente aberta e até consegui resgatar a minha caixa de ferramentas, frotografei a exposição, deixei cartões, a funcionária pareceu-me estar de boa saúde e assim pelos vistos a exposição “talvez” se aguente aberta ao público até sábado, dia do seu encerramento.
4 de Maio de 2009
Segunda-feira, Abril 20, 2009
Painel Comemorativo do 115º Aniversário dos Bombeiros Voluntários Sul e Sueste

Sporting Clube Vinhense-Veteranos 6

Sporting Clube Vinhense-Veteranos 4

Sexta-feira, Março 13, 2009
Expo-Venda da AAG no Posto de Turismo da Moita



Fui convidado pela Srª Ana Peixoto a expôr e vender no Posto de Turismo da Moita, alguns trabalhos da minha Linha Clássica. O azul cobalto e o branco, herança dos séculos XVII e XVIII, talvez os mais marcantes da história da Azulejaria Artística Portuguesa no Mundo Lusófono, embora para mim os azulejos arte Deco e o neo classicismo das décadas de 1930 e 1940, marquem o apogeu da azulejaria portuguesa, mais pela temática naturalista estilizada e rural/romântica, ao invês da temática religiosa, do que pela mestria dos artistas do século XVII essa sim insuperável.
Domingo, Fevereiro 15, 2009
Os Murais da Moita-Parte 1
A História deste filme em 3 partes.
Foi antes das Festas da Moita de 2008 que Luís Morgado e António Carlos Dias começaram a fazer as pinturas murais que, como bons Moitenses teriam de estar prontas antes das Festas.
Eu assim que vi a parede do mural do Cais a ser pintado de branco fiquei logo assustado com a ideia de que se iria perder essa bela pintura, informei-me e disseram-me que não, que o Luís Morgado, que eu não conhecia pessoalmente, se propunha reconstruir a pintura de início, foi o Faim, presidente da junta de freguesia da Moita, que me informou.
Pensei em filmar o progresso da pintura e fazer um filme para publicar no AVP, coincidiu que o António Carlos Dias também estava reiniciando as suas pinturas com motivos taurinos, ali na casa logo ao lado.
Quase todos os dias filmava a evolução das pinturas e aproveitei para entrevistar os Mestres, a cassete em bruto estava preparada desde finais de Setembro, mas aí o Luís Morgado começou outro mural agora com a temática da Implantação da República e resolvi também integrar este novo mural no filme...
Acontece que a máquina de filmar, já antiga se estragou e não tive hipótese de guardar o filme ou passá-lo para o formato DVD, resolvi apelar para o Liberto, amigo meu que faz reportagens de casamento e que está ansioso para que seja legal o casamento Gay, porque tirando esse nicho, ninguém mais quer casar e o seu negócio anda em baixo devido a isso.
Lá me emprestou uma máquina que tinha, para passar o filme para DVD, mas a máquina não lia o formato HI8, só o Video 8.
Achei que o Vinhas um amigo meu que trabalha na Câmara me poderia safar, pois é um tipo com muito jeito para desenrascar os amigos, quando ia levar a cassete aos Amigos do Mar para ele a recolher depois, aparece-me o Faustino eletricista que já me consertou o forno elétrico com um truque que é de génio e me fez poupar uma pipa de massa, contei-lhe o meu compromisso moral com o Luís Morgado e o Carlos Dias, pois tinha prometido publicar o filme no AVP e gosto de cumprir as promessas, e ele lá me fez o favor de passar o filme para o formato DVD.
Quero agradecer ao Liberto ao Vinhas e ao Faustino pela disponibilidade e também ao AVP, por publicar este meu filme."
Saudações de
Luís Cruz Guerreiro
Sporting Clube Vinhense-Veteranos 3

O terceiro azulejo com motivos de Alhos Vedros, feito para o SCV-Veteranos.
A Igreja Matriz de Alhos Vedros.
Novos motivos serão feitos tendo por mote esta temática.
Sábado, Fevereiro 14, 2009
Sporting Clube Vinhense-Veteranos 2

Sexta-feira, Janeiro 30, 2009
Sporting Clube Vinhense-Veteranos

Daniel Carriço no Sporting até 2013

Segunda-feira, Janeiro 26, 2009
Comprar nas Faianças Bordalo



Este fim de semana, eu e a minha esposa fomos fazer compras às Caldas da Rainha e fomos comprar Arte em Cerâmica, às Faianças Bordalo.
A fila de compradores era imensa e demorou mais de uma hora para que fossemos atendidos, as peças desapareciam a cada minuto, houve pessoas que levavam conjuntos de peças enormes que levavam muito tempo a embrulhar.
Quarta-feira, Janeiro 14, 2009
Vai-se Deixar Acabar um Simbolo Nacional ?

As peças produzidas pela Fábrica são um património nacional, pertencem à nossa memória coletiva e o encerrar desta produção é o encerrar de parte de Portugal.
Terça-feira, Janeiro 13, 2009
O RIO divulga "O Deserto da Educação"

Segunda-feira, Janeiro 12, 2009
O Deserto da Educação-Tira 001.2009

Segunda-feira, Janeiro 05, 2009
Colaboração com o Blog, "A Educação do Meu Umbigo"

Sexta-feira, Dezembro 26, 2008
O RIO publica o Cartão de Natal da AAG

Quinta-feira, Dezembro 25, 2008
Domingo, Dezembro 07, 2008
Aventuras de Jerílio no séc.25-2º episódio-Objetivo Asteróide Repto o Marmelo criador !
Nada como um marmelo para se poder esculpir o interior do Asteróide Repto, só por isso vou plantar um marmeleiro no meu jardim.
Aventuras de Jerílio no séc.25-2º episódio-Objetivo Asteróide Repto-Esboços



Sábado, Novembro 22, 2008
Adicionado um Tradutor de Português/Inglês - Added a Translator of Portuguese/English
In continuation of the renewal of pages of Warrior Artistic Tiles , one more tool was added to this Blog, a translator from English to Portuguese.
Quarta-feira, Novembro 19, 2008
Segunda-feira, Novembro 17, 2008
Novidades de Brasília !



Montana
Vigilante
Telmo & Anselmo
Earl & Toe JamA Editora Pégasus Alado, empreendimento megalomaníaco de Melius Zapiranga Bongo (Bongolê Bongoró #1 e #2) investe agora em artistas em carreira solo e lança os zines Medíocre, de Biu (Bongolê Bongoró, Blue Note), e A Importante das Palavras Ordem É, de Stêvz (Bongolê Bongoró) em parceria com a Kingdom Comics:Medíocre é uma pequena coletânea de contos de Biu, com capa serigrafada, ilustrada por Stêvz, e com tiragem de 200 exemplares numerados. A produção é de Roberta AR. O livro vem com trilha sonora do selo Sirva-se Records. No CD, músicas compostas por Cúmulo do Absurdo (DF) + Zefirina Bomba (PB) + Lúcio Maia, da Nação Zumbi (PE) + André Pâncreas (DF).
A Importante das Palavras Ordem É, de Stêvz, é um livro destinado até ao público infantil, com frases ilustradas pelo autor. Em formato reduzido (9x9), também tem tiragem numerada de 200 exemplares. Venda de originais do livro na festa.
Domingo, Novembro 09, 2008
Renovação das Páginas da AAG
Estas novas ferramentas são gratuítas e foram feitas a partir deste site: http://www.widgetbox.com/
Segunda-feira, Setembro 22, 2008
A Partida das Andorinhas
Foram-se embora para climas mais quentes, agora que o Inverno se aproxima, mas antes, passaram cá por casa para se despedir de nós e da Moita...
Até para o ano andorinhas, e boa viagem !
Segunda-feira, Agosto 25, 2008
Descubra as Diferenças...

Novas Cores

Domingo, Agosto 03, 2008
Nova Página sobre Alhos Vedros

Este novo sítio, pode ser a face mais oficial de Alhos Vedros, concorrendo com o site da CMM em termos de informação e cultura.
Pode no futuro quiçá, alojar uma rádio online ! (é o meu desejo maior, uma rádio que transmita online, mas também em FM, ou OM, com uma componente grande de complementos video on-line, Rádio AV Tejo, que saudades.)
Parabéns então ao Carlos Gonçalves e continuação de sucesso.
Sábado, Julho 19, 2008
PETIÇÃO CONTRA A "DIRECTIVA DO RETORNO" E EM PROL DO "PASSAPORTE LUSÓFONO"

Quinta-feira, Junho 12, 2008
1ª Feira medieval de Alhos Vedros, participação da AAG











Sábado, Maio 31, 2008
1º Feira Medieval de Alhos Vedros

Terça-feira, Maio 27, 2008
Exposições-Salão Noivas e Noivos-Moita



Sábado, Maio 24, 2008
O Fim da estação, o começo do apeadeiro

Segunda-feira, Maio 19, 2008
Acordo Ortográfico, Finalmente a Ratificação !
Luís Cruz Guerreiro
Domingo, Maio 04, 2008
O Mestre das Cristalizações !
Tradução livre do Video do Kris Friedrich:
A Cerâmica de Cristalização foi introduzida na Europa em meados de 1800, mas só na década de 1960 começou a surgir nos EUA. É um processo difícil, com muitas quebras, para se atingir alguns resultados bem sucedidos, mas hoje em dia existem Mestres nos vidrados de cristalização, nos EUA.
Quando os resultados saiem bem sucedidos, como é o caso aqui do Kris Friedrich, os Vidrados são espectaculares !
Sem Dúvida !
L+G
Cencal-Vidrados Criativos-Turma de 2008
O Curso de vidrados Criativos, foi dado pelos formadores do CENCAL, Manuela Baroso e Paulo Óscar, durante o mês de Abril de 2008, em 3 módulos intensos que ocuparam três fins de semana. O resultado além de ter uma vertente teórica dada pela Formadora, Manuela Baroso, onde se aprendeu a composição de muitos tipos de vidrados, a partir dos seus componentes químicos, (o que será sempre uma mais valia, para quem como eu pretende fazer os vidrados autónomamente), teve também uma componente prática onde se experimentaram vidrados de Alta Temperatura, a mais de 1250 ºC e onde se conseguiram Cristalizações muito bonitas.
Esta vertente prática foi dada pelo Formador Paulo Óscar. A Turma seguiu atentamente todo o Curso e espero que a todos lhes tenha servido de incentivo para a experimentação.
Quanto a mim abriram-se portas na Cerâmica Criativa que servirão para me dedicar a cada vez mais à descoberta desta Arte da Terra e do Fogo, desta Alquimia a que se chama Cerâmica.
Parabéns aos Formadores pela excelência dos seus conhecimentos e pela sapiente transmissão dos mesmos a todos os formandos, e um grande abraço a todos os colegas que compartilharam este Curso, pela sua boa vontade, espírito de camaradagem e pela troca de conhecimentos que a todos enriqueceu, estou seguro.
Luís Cruz Guerreiro
Sexta-feira, Abril 25, 2008
Detergente Abril

Quinta-feira, Abril 10, 2008
De Volta ao Cencal
Resumo do Programa:
1. Matérias-primas para os vidrados cerâmicos: -vidrados e fritas – óxidos – corantes - outros elementos químicos compostos - formulação e preparação
2. Fornos a gás: - características e tipos, elementos e materiais - funcionamento - programação e condução de cozeduras - controlo e pirometria - manutenção e segurança
3. Experiências práticas: - cerâmica negra - cristalizações de baixa temperatura (800°c) - cristalizações de alta temperatura - aventurinas - experiências práticas - noções teóricas sobre vidrados de sal
A ideia é azulejar o Mundo Português !
A A.A.G. está aí no seculo 21, a preparar-se para o Quinto Império !
Domingo, Março 23, 2008
Aventuras de Jerílio no séc. 25-Primeira Parte Concluída !
A primeira parte das Aventuras de Jerílio no séc. 25-"Kron o Mercenário", está completa em 19 painéis de azulejos policromados, a aplicação de ouro e prata, em segunda cozedura também foi efectuada.
O segundo episódio, "Objectivo Asteróide Repto", começou a ser desenhada.Um excerto da banda sonora deste primeiro episódio é de autoria de CRUZ.
Sábado, Março 22, 2008
Quarta-feira, Fevereiro 20, 2008
Fanzine Brasileiro-Bongolê-Bongoró






L+G
Quarta-feira, Janeiro 30, 2008
Cencal 25 Anos

Sábado, Janeiro 19, 2008
Delei A.A.G. Dezembro de 2007

Delei esteve de novo na Azulejaria Artística Guerreiro, onde graças à sua aptidão natural para a experimentação aliada a uma genialidade artística natural, mas que é também fruto de dezenas de anos de entrega às Artes Plásticas e à pesquisa das suas possibilidades estéticas, não esquecendo a habilidade extraórdinária para o desenho livre, que faz com ambas as mãos, fizeram a este aprendiz (...em 1993) chegar ao 5º Grau de mestria na Arte ancestral do Azulejo.
Desde 1993 que Delei vem pintando em azulejos na AAG, mas só a partir de 2000 é que poderei convencionar que começou realmente a sua aprendizagem.
Anos sucessivos de elaboração e concepção de painéis em azulejo, com esboço prévio, selecção de cores e agora a utilização de tintas de 3º fogo a baixa temperatura (Ouro e Prata) proporcionaram-me o prazer de conferir a Delei o 5º Grau de mestria na arte da pintura em Azulejos. Este grau é excelente e relevante, pois eu próprio me considero mestre no Grau 15* da Azulejaria Artística. (*O recorte e vidragem dos azulejos, elaboração de cores personalizadas a partir de óxidos, concepção de painéis de grande formato com frisos trabalhados, são técnicas que a Delei faltam e representam 5 Graus em 20 possíveis, (...isto pelo que sei que me falta a mim próprio ainda aprender, pois faltam ainda o alto e o baixo relevo, a feitura do azulejo dos vidros e dos óxidos...) por isso se retirarmos estes cinco Graus exclusivamente técnicos, Delei está a um nível Artístico Excelente ou seja a 5 Graus Artísticos do seu Mestre, mas na Arte do Azulejo o Grau 20 será apenas o Grau Um dos estágios para a alquimia, agora já se pintou com Ouro e Prata, mas só atingirá a perfeição quem fizer da areia, Ouro e Prata, como Deus fez do Barro o Homem e a Mulher.
Esta ocasião também serviu para a criação de um Blogue para Delei, que em conjunto com a sua página, serve para mostrar as criações mais recentes deste Artista, mas também para publicar os Videos das diversas Exposições que Delei fez na Galeria dos Arquivos Guerreiro, e muitas imagens das obras de Delei, que os Arquivos Guerreiro possuem.
Este Novo Blogue "Arte Delei", tem pois um grande potencial de mostra das facetas ainda não conhecidas deste grande Artista Brasileiro, onde os livros de desenhos de viagem, são apenas uma das muitas preciosidades a apresentar futuramente.
Luís Cruz Guerreiro A.A.G.
Quinta-feira, Janeiro 17, 2008
Video da elaboração dos Painéis do Forcas Bar-Primeira Parte
Este Video contem imagens raras da Cadeia Velha de Alhos Vedros, ainda existente em 1992 e que foi derrubada recentemente para a construção de apartamentos. A perca deste património ainda não foi e talvez nunca seja contabilizada, pois os possíveis e prováveis elementos arqueológicos do seu subsolo têm agora um edifício por cima. Perdeu-se um grande elemento para o conhecimento da nossa história local, quando Alhos Vedros era a sede de Concelho de toda uma região que abrangia os actuais Concelhos da Moita e Barreiro...perdeu-se é como quem diz, a estarem lá esses elementos arqueológicos, lá continuarão, e o tempo tudo se encarrega de pôr no seu lugar, o que hoje é novo brevemente se tornará em ruínas e num século futuro, outras gerações mais iluminadas do que as actuais, reporão a história no seu lugar.
A Realização dos painéis de azulejos do Forcas Bar teve como colaboradores, Diogénio dos Santos que me forneceu informações gerais de Alhos Vedros e sobre a Cadeia Velha, onde estiveram muito provávelmente situados os primeiros Paços do Concelho.
O Padre Carlos com o seu livro, na altura único, sobre a história de Alhos Vedros elucidou-me sobre muitos aspectos e também me forneceu informações preciosas na reconstituição histórica sobre os temas a tratar e Lídio Coelho tudo filmou na altura, com uma visão muito sensível e pessoal e sobre a temática em questão.
A todos o meu Bem Haja.
L+G
Video da elaboração dos Painéis do Forcas Bar-Segunda Parte
O esboço, o desenho prévio, o recorte, a vidragem e a pintura dos painéis do Forcas Bar.
Revista Foral 2014 #1-O Artigo sobre os Painéis do Forcas Bar

A partir do facto real do Rei D. João I se ter refugiado em Alhos Vedros para fugir à peste que grassava em Lisboa, criei uma ficção histórica, que me proporcionou uma
oportunidade de realizar a reconstituição história mais importante que fiz até hoje.
No trabalho de pesquisa foi necessário falar com pessoas que conheceram a Vila de Alhos Vedros noutros tempos e que sabiam estórias antigas sobre os locais a retratar, dos quais destaco o Cineasta amador Alhos Vedrense já falecido, o Sr Diogénio, que me forneceu valiosas informações neste projecto, e também o Padre Carlos, pároco de Alhos Vedros, que, através do seu livro “Contributos para a História de Alhos Vedros” (que já tem três edições) , contribuiu e muito para que a execução dos trabalhos em Azulejaria tivessem maior credibilidade, porque esse livro contém informações baseadas em documentos, o que tornou mais científica a pesquisa histórica que foi necessária para a execução destes trabalhos.
Os quatro painéis de Azulejos do “Forcas Bar” são:
1-A chegada do Rei D.João I a Alhos Vedros.
A praia e a orla costeira avançava desde o Cais de Alhos Vedros até Santo António (isto é uma mera especulação), por um esteiro que também passava defronte à Igreja Matriz de Alhos Vedros e e isso levou-me a crer que será essa uma das razões porque a Igreja está de costas viradas para a Vila, a outra, pelo que soube recentemente, será porque está voltada para Oriente como o seriam todas as Igrejas antigas ou Mesquitas, que foram depois transformadas em Igrejas Cristãs (Católicas), como leva a pensar que se tenha passado com a Igreja Matriz de Alhos Vedros, principalmente devido às cúpulas encontradas aquando do seu restauro de 1948, e que se encontravam cobertas por um telhado que as escondia.
Em conversa que tive na altura com o Padre Carlos, também ele amador da história de Alhos Vedros, contei-lhe sobre a vegetação tipicamente marinha que tinha encontrado no campo da Forca e também em frente da Igreja, quando o “Parque das Salinas” ainda não tinha sido construído, e também no espaço em frente da Igreja onde ficava uma antiga salina desactivada, que enchia e vasava ao sabor das marés. Pareceu ao Padre Carlos que o rio realmente deveria em épocas distantes como aquele ano de 1415 a que se reportam os painéis do “Forcas Bar”, avançar terra adentro e especulei se poderia esse esteiro ir até Stº António, mas o Padre Carlos não soube responder.
Este painel que retrata a chegada do Rei a Alhos Vedros, foi por mim localizado na praia junto à Igreja Matriz e não no cais, para dar assim uma relevância à própria Igreja.
As Caravelas são do tipo das Caravelas que descobriram a Madeira, ou seja, o tipo de Caravelas de Vela Latina que seriam muito parecidas com os Varinos de grandes dimensões, que antes navegavam no rio tejo e dos quais a Pombinha é hoje o último exemplar que o Concelho da Moita ainda possui.
Todo o ambiente é ficcionado, com personagens num ambiente festivo de recepção ao Rei e Comitiva.
2-O julgamento dum condenado nos Paços do Concelho de Alhos Vedros.
Este painel retrata um julgamento nos antigos Paços do Concelho de Alhos Vedros, vulgo Cadeia Velha.
Presumo terem sido os primeiros Paços do Concelho, devido à sua construção ser de dois pisos e presumo que também teria masmorras na cave, pelo que vi quando as ruínas da Cadeia Velha ainda estavam de pé e como poderão ver no meu Blogue; http://azulejariaartisticaguerreiro.blogspot.com/ em video que Lídio Coelho, meu grande amigo e colega de Teatro Amador na Velhinha, filmou na altura em que fiz os painéis do Forças Bar, 1992.
No Primeiro andar, que já tinha derrocado, mas que o Sr. Diógenio, meu colaborador para este trabalho, me disse existir e que me explicou detalhadamente como seria a sua construção, porque a tinha visto ainda de pé, fiz o desenho do que seria a Cadeia Velha reconstruindo a sua versão original.
A ficção criada a partir da reconstituição histórica dos Paços do Concelho foi a de o Rei D. João I fazer neste caso um julgamento público “especial” para mostrar à população de Alhos Vedros o exercício do seu Poder Régio.
3-O enforcamento dum condenado no campo da forca de Alhos Vedros.
O chamado campo da forca, agora designado “Bairro Gouveia” foi a maneira como sempre ouvi chamar a esse local, por isso imaginei que fosse aí que se enforcavam os condenados.
A ficção criada foi que uma execução tivesse sido efectuada quando o Rei D. João I esteve presente com a sua comitiva nesse ano de 1415.
Um palanque foi por isso montado para a Realeza observar este triste espectáculo.
O Rio Tejo serve de fundo, enquanto o desgraçado sobe ao patíbulo e a sua família chora desconsoladamente na areia do campo da forca. À direita um cavaleiro lê a sentença, enquando vários Alhos Vedrenses de então observam esta possível cena...
Note-se que nada desta reconstituição histórica tem base científica e histórica, tentei apenas tornar plausíveis estes acontecimentos.
4-Painel Tríptico com três cenas do quotidiano rural Alhos Vedrense em 1415.
A partir de fotos cedidas pelo “Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia” e de foto cedida pelo Sr. Diogénio sobre as Salinas reconstitui a ruralidade Alhos Vedrense de então. Trajei pois as personagens com vestes do séc.XV e coloquei-as nas Salinas, junto ao Poço “Mourisco” e perto do Pelourinho, numa composição romântica dum Alhos Vedros nostálgico e, esperemos, não muito desfazado da realidade, no ano da graça de 1415.
Espero que com este texto e as imagens dos painéis do “Forcas Bar” possa ter contribuído para esse projecto que é esta revista “Foral 2014”, prestigiante e oportuna iniciativa, nascida da “ALIUSVETUS” – Associação Cultural História e Património, fundada recentemente em Alhos Vedros e que vem enobrecer a nossa querida Vila.
Luís Cruz Guerreiro
As fotos e digitalizações dos painéis e desenhos foram feitas por, Carlos Gonçalves.
Revista Foral 2014

Esta revista é sem dúvida uma boa iniciativa e além de ser toda colorida, está bem planificada em termos gráficos, inclusive o logotipo, que é bastante atraente e conseguiu apanhar o espírito Histórico desta iniciativa.
Foi pois com enorme prazer que dei a minha colaboração à Revista Foral 2014, e continuarei dando se tal me for solicitado, como já o foi para o segundo número a sair em meados de Abril, em que apresentarei outro trabalho de reconstituição histórica por mim efectuado em azulejos - "O Painel comemorativo dos 500 anos da fundação da Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros", encomenda da Junta de Freguesia de Alhos Vedros para comemoração dos 500 anos dessa secular Instituição.
Neste primeiro número, apresentei a reconstituição histórica dos "Painéis do Forcas Bar", que retratam a chegada do Rei D. João I à Vila de Alhos Vedros no ano de 1415. Este facto histórico originou da parte de Cristina e Jorge, os propietários do "Forcas Bar", uma encomenda de painéis de azulejos que ficcionam esse acontecimento e retratam Alhos Vedros nessa época.
Infelizmente, o "Forcas Bar" está fechado actualmente e esses painéis não podem ser vistos pelo público em geral, o que é pena, mas tentarei aqui no meu Blogue dar uma visão o mais completa possível sobre estes painéis feitos em 1992, que até hoje estão considerados por mim o maior trabalho de reconstituição histórica já feito pela A.A.G.
Sábado, Dezembro 22, 2007
Boas Festas !
O Pai Natal sempre existe e eu encontrei-o ! Domingo, Dezembro 16, 2007
O RIO e a A.A.G.

Depois foi a primeira colecção de cromos, "Imagens do Concelho da Moita", que a partir do #10 de 15 de Abril de 1998 e durante um ano foi sendo publicada no RIO.
A contribuição que O RIO deu à A.A.G. é imensa e tem sido constante, a amizade entre eu e o Brito, fortaleceu-se durante estes 10 anos de publicação do jornal O RIO.
Quarta-feira, Novembro 14, 2007
Página 161, 5ªLinha, frase completa...

o triplo do valor segurado pelo editor."
Agora chegou a vez de convidar alguns amigos das Artes a atreverem-se a continuar esta corrente, e os nomeados são:
http://club.telepolis.com/raulocaceres/
http://revistazepereira.com.br/
http://www.correpe.blogspot.com/
Boa Sorte !
L+G
Sexta-feira, Novembro 09, 2007
Revitalização das Artes e Artesanato

Mais do que uma mera mostra de Artes e Artesanato o que proponho seria um polo dinamizador económico através desses meios artísticos locais, que funcionariam em conjunto com os nacionais, que já existem como é o caso das Rotas da Cerâmica, e do PPART, Programa para a Promoção dos Ofícios e das Microempresas Artesanais.
Dos espaços aventados por Vivina Nunes, para o projecto, Alhos Vedros Cultural, os mais capazes de integrar este meu projecto seriam o Moinho de Maré de Alhos Vedros que seria óptimo se desse para criar um espaço museológico, onde se mostrasse o artesanato tradicional, como os objectos que serviram nas actividades da salicultura da moagem da construção naval e da olaria, que em particular tinha um carácter funcional na empresa dos descobrimentos , só para citar um exemplo, os moldes que serviam para fazer o biscoito e o pão de açúcar, que eram alimento base das Naus e Caravelas nos séc. XV e XVI, eram fabricados na Mata da Machada, que era então parte integrante do Concelho de Alhos Vedros.
Seria muito importante a existência do Moinho de Maré de Alhos Vedros como um núcleo com uma exposição permanente de objectos ligados ao artesanato tradicional que pudesse funcionar como atracção para actividades com as escolas e ao mesmo tempo que pudesse ser regularmente dinamizado por exemplo com a moagem e também proporia à CMM a compra duma salina e a sua exploração didáctica, que poderia ser rentabilizada com a venda de sal marinho, que já tem um valor elevado no mercado, o Museu do Moinho de Maré, poderia efectuar a sua venda permanentemente.
O espaço do ainda Mercado de Alhos Vedros poderia ser aproveitado para a realização de "oficinas criativas" através do intercâmbio com artesãos de zonas com tradições similares, sendo de destacar o caso de concelhos do Alentejo onde se mantêm vivos diversos núcleos artesanais, como S. Pedro do Corval que é considerada a capital ibérica do barro e que está também nas Rotas da Cerâmica, basta endereçar um convite aos Artesãos dessa localidade, que pertence ao Concelho de Reguengos de Monsaraz, instalar um Forno Cerâmico, no espaço e realizar um grande Ateliê de Olaria, mas este é apenas um exemplo, a Cestaria ou a construção naval tradicional em madeira, através de fabricantes de miniaturas e mesmo com a participação de Artífices que ainda laboram no Concelho da Moita, no Gaio e em Sarilhos Pequenos e noutros concelhos ribeirinhos de Portugal Continental e Insular, poderiam também ser exemplos para outros Ateliês, que se integrariam na Feira de Artes e Ofícios.
As exposições temporárias de artesãos do concelho ou de fora dele, poderiam ter um carácter permanente, neste espaço de Ateliês que eu proponho para o Mercado de Alhos Vedros.
O Pavilhão de Exposições da Moita através da criação de uma iniciativa anual ligada a uma Feira do Artesanato, em moldes novos, poderia receber Artesãos e Artistas Nacionais qualificados e os parâmetros para a escolha desses Artistas e Artesãos deveriam ser na minha opinião, condicionados por factores económicos reais, ou seja dever-se-ia dar prioridade a quem faz do Artesanato a sua primeira forma de trabalho e só depois aceitar quem faz do Artesanato um segundo emprego ou um passatempo.
Um Artesão ou Artista, poderia ser homenageado anualmente sendo o seu trabalho exposto no Fórum Cultural da Baixa da Banheira, espaço que funcionaria em ligação com a Feira de Artes e Ofícios e durante o mesmo tempo em que ela decorresse no Pavilhão Municipal da Moita.
O espaço do Fórum Cultural da Baixa da Banheira, poderia também receber ciclos de conferências com pessoas de outras zonas que pudessem promover um intercâmbio de ideias e experiências com os artesãos locais e se fizesse o ponto da situação da acção nesta matéria em outras autarquias.
Como as Artes de Palco fazem também parte da Cultura o Fórum da Baixa da Banheira, poderia acolher performances e actuações de Artistas Locais nas áreas do Teatro, Dança e Música de carácter mais experimental e mais eruditas, a ideia de um encontro de poetas Populares e Eruditos, de que foi mentor o Professor, Evaristo Afonso, com a colaboração de Manuel Luís Beja.
A actuação de grupos folclóricos ou de Cante Alentejano, guardar-se-ia para o espaço de Tasquinhas junto ao Pavilhão de Exposições da Moita, isto não é menosprezar esses grupos mas sim adequá-los aos eventos.
Todo o espaço de Tasquinhas e actuações de grupos das colectividades, estou-me a lembrar do Rancho da Barra Cheia ou do Grupo Coral Alentejano da União Desportiva e Cultural Banheirense, deveriam ser entregues à organização das Colectividades do Concelho da Moita de que somos pródigos e ter um carácter autónomo, mas integrado na Feira de Artes e Ofícios.
Por último proponho a elaboração de um roteiro do artesanato local (há uma publicação com mais de 10-15 anos já desactualizada) e dos pontos de interesse locais para realização de visitas.
Luís Cruz Guerreiro
Terça-feira, Outubro 30, 2007
Delei Conquista o México !



Domingo, Setembro 30, 2007
Friso "Azulejaria"

O Friso da AAG, agora colocado no exterior da Oficina, conta a história de Luís Cruz Guerreiro, desde 1976 até agora, num Friso em que utilizou diversas técnicas cerâmicas de pintura em Azulejos. Começa com o lápis cerâmico, vidrado com vidro transparente e com colagem das letras a Alta Temperatura, vidradas com vidrado branco. A narrativa é a da BD/HQ.
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The Frame of AAG (Artistic Tiles), now placed on the outside of the Workshop, tells the history of Luís Cruz Guerreiro since 1976 untill now, in a Frame that uses several ceramic techniques of artistic Tiles paintig. It begins with the Ceramic Crayon, after glazed with Transparent Glaze and the Letters are glued at Hihg Temperature Burn, glazed with White Glaze. The narrative is in Comics Style.
Pormenores:

1976 foi a grande época de troca de revistas em quadrinhos. A compra semanal do "Mundo de Aventuras" era religiosamente cumprida, às quintas de manhã lá estava eu na papelaria de Alhos Vedros para comprar o "MA", nessa altura também comprava o "Jornal do Cuto" e "O Grilo".

Em 1984 resolvi fazer as minhas próprias histórias em quadrinhos, organizei um horário e trabalhava diariamente, sabendo perfeitamente que no mercado editorial Português de B.D. era quase impossível viver da B.D., exceptuando dois ou três casos... foi uma forma de sobrevivência mental, devido a estar desempregado e deprimido.
O engraçado é que o Zepe, desenhador e argumentista de B.D. que estava nessa altura em França, achou que o meu desenho teria possibilidades para ser publicado na revista "Metal Hurland Aventure" e fez-me um argumento em francês, que até hoje não percebi bem, e que ficou inacabado, pois coincidentemente nessa altura tive a possibilidade de entrar num curso de pintura cerâmica nas Caldas da Rainha no Cencal.
Essa autogestão de trabalhar sempre, haja ou não encomendas, perdura até hoje na Azulejaria Artística Guerreiro. A maior luta é acreditar sempre no nosso projecto, mesmo que tenhamos de lutar contra todas as adversidades, nunca poderemos deixar de acreditar em nós próprios.
"Nadando contra a corrente, só para exercitar...(Rita Lee)"

1985/1989, Caldas da Rainha, primeiro foi o Curso de Pintura Cerâmica no CENCAL, acabadinho de nascer, tudo novo a estrear. Depois foi o estágio de profissionalização nas Faianças Belo.
O trabalho numa fábrica de cerâmica, herdeira da tradição de Bordallo Pinheiro, mas cuja vertente era a comercialização das ideias revolucionárias em faianças, ou seja, pratos e travessas inspirados na genialidade desse Mestre da B.D. e da Cerâmica, foi para mim uma experiência inolvidável, devido principalmente a estar na secção de pintura cerâmica em série que era exclusivamente feminina, eu era o único homem que alguma vez tinha estado nessa secção desde sempre, disse-me o Chefe de Produção e delegado da CGTP.
O nível de automatismo em pintura das minhas colegas, algumas com mais de 20 anos de experiência, deixava-me abismado, enquanto por exemplo pintavam por dia 60 "Travessas de Espargos", eu pintava 10... uma coisa que nunca consegui dominar era o chamado "Pincel de Pelo de Cabra", que terminava em círculo e dava efeitos extraordinários, só essa técnica disse-me uma colega, demorava cinco anos a aprender.
Outra coisa curiosa é que nenhuma dessas colegas sabia desenhar o que quer que fosse, por isso quando havia algum painel em azulejos por encomenda na Fábrica o Chefe pedia-me para o fazer, o que era para mim uma alegria.
Uma vez o Chefe disse-me para fazer um painel que ele me disse ser "Sol e Mar", fiquei felicíssimo por ter a oportunidade de expressar a minha capacidade de criação e pedi para vasculhar nos Arquivos da Fábrica que já era centenária, em postais, desenhos e gravuras...mais de quatro horas depois fui apresentar todo contente o espólio que tinha descoberto e que daria um painel que se tornaria um marco naquela Fábrica. O Chefe olhou para mim com pena e disse-me que o painel era toponímico, e o "Sol e Mar" seria o texto a inserir dentro dum friso, fiquei sem respiração enquanto as colegas riam perdidamente das minhas veleidades artísticas.
Enfim, a Fábrica fechou pouco tempo depois por má gestão, não sem antes um dos patrões ter tido vários ataques de "epilepsia", que sucediam sempre na altura do final do mês e na secção de empacotamento, que era tipo um palheiro, cheio de palha onde se empacotavam as faianças.
Estranhei o caso, pois como tinha tido um curso de primeiros-socorros achei curioso que o Patrão sempre caísse confortavelmente no meio das palhas e começasse a estrebuchar. Na primeira vez que vi tal coisa nada disse, mas à segunda pedi ao Chefe para o ajudar pois a língua poderia obstruir-lhe a respiração e lá ficávamos nós sem o Patrão... levantei-lhe o pescoço e coloquei-o para trás para evitar a obstrução, enquanto ele olhava de soslaio para mim estrebuchando.
Vi que aquilo não era epilepsia coisa nenhuma, mas sim o pseudo-ataque de histeria, tirei-lhe a mão do pescoço e o ataque acabou ali mesmo.
Os colegas agradeceram-me e o Patrão também, quanto umas horas depois recuperou.
A Fábrica não pagava a tempo aos operários e eu fui falar com o Chefe que, como estava a viver num quarto e tinha os almoços e jantares pagos ao mês numa taberna perto da linha fêrrea, não podia estar um mês sem receber. Nessa altura, em 1987, ganhava o ordenado mínimo( 28 000$00) que dava para pagar 16 000$00 de refeições e 8 000$00 de quarto, sobrava-me 2 000$00 para o tabaco, que nessa altura fumava e optei por comprar tabaco de enrolar, que rendia mais e dava até ao fim do mês. Pois o Chefe disse-me que compreendia a minha situação, mas nada podia fazer, eu disse-lhe que deveríamos entrar em greve até nos pagarem os ordenados!
Que não, a Fábrica estava numa situação difícil e todos tínhamos de ajudar e de fazer sacrifícios. Disse-lhe que não podia, o mês estava a acabar e precisava do dinheiro para pagar o quarto e as refeições, isto no horário de trabalho, o Chefe liberou-me e disse que era por minha conta, o Sindicato nada tinha a ver com o meu caso.
Pedi-lhe a morada do Patrão e fui para a porta dele, decidido a só de lá sair quando me pagasse o ordenado em atraso. O apartamento do patrão era num bairro antigo, mas chique, das Caldas e toquei à campainha, pouco depois apareceu-me uma empregada do Patrão que me disse que o Patrão estava doente e que não me iria receber nesse dia, para voltar noutro dia...disse-lhe que precisava do dinheiro para o quarto e para as refeições e ali ficaria sentado à sua porta até que ele me passasse o cheque.
Não sei se foram três ou quatro horas que lá fiquei esperando, de vez em quando via abrir-se o orífício ocular do apartamento para fiscalizarem se o maluco já se tinha ido embora...Não fui, sou teimoso e também já tinha um part-time no "Atelier Argila", que se dedicava apenas à pintura de painéis de azulejos, que tinha sido inaugurado em 1986 e cujo Patrão, Amílcar Marques, me tinha dado a chave para trabalhar em regime livre, recebendo pelas horas de trabalho, uma espécie de autogestão, em que havia um Chefe, mas num ambiente muito liberal e com o horário que mais nos agradasse.
Eramos quatro artífices, três pintores e um vidrador e todos eram mais novos que eu, que na altura tinha 25 anos.
Um ambiente muito bom, e totalmente livre, em comparação com o horário da Fábrica, que era das 8h às 18h e aos fins de semana quando havia grandes encomendas.
Enfim, resumindo, o Patrão lá apareceu em roupão, disse-me que estava despedido, mas deu-me o chequezinho com os 28 contos de réis!
Falei com o Amílcar e disse-lhe que queria trabalhar a tempo inteiro no Atelier Argila, ele disse-me que me daria o ordenado mínimo, 28 000$00, com horário à minha escolha.
Aceitei imediatamente e procurei um quarto com serventia de cozinha, para poder poupar algum dinheiro, mas isso são outras histórias...
Apenas concluo, dizendo que, de 1986 a 1989, passei por seis quartos nas Caldas da Rainha e que cada um era mais complicado do que o outro, o pior foi um quarto nas traseiras duma taberna, cujas dimensões eram de 3 metros por 2 metros e meio e que em pleno Julho a humidade pingava em gotas pelo tecto, porque estava colocado numa barreira, e a pequena portinhola (único contacto com a luz exterior) da porta tinha 30 cm. À noite jogavam à malha GRANDE, contra a porta até à meia-noite e de manhã, não havia água quente na casa de banho antes das 8h, requeria por isso uma certa preparação mental para o duche frio...
Tudo para aprender a Arte da Azulejaria!

1989, é a abertura oficial da Azulejaria Artística Guerreiro, (esta parte do painel é dedicado aos meus pais; O Srº Chico e a Dona Júlia, Serpenses migrantes, trabalhadores da Indústria Corticeira, agora reformados) devido a um conjunto de factores coincidentes:
-Os vizinhos já muito velhinhos que viviam na casa do lado, o nº6 esquerdo, morreram...(as casas da Rua Duarte Pacheco em Alhos Vedros, foram construídas com 2 quartos, uma cozinha e uma sala, com um corredor que levava ao quintal, que tinha o tamanho das casas, que por sua vez davam para um corredor interno, onde existia um poço, agora fechado, o WC, era no fundo do quintal um cubículo de metro e meio por dois metros, com uma fossa no chão.
Os muros tinham um metro de altura e nos quintais cultivava-se hortículas e havia as árvores de fruto, limoeiros, laranjeiras e também loureiros. Isto na década de 30, 40 e 50 do séc. 20.
Na década de 60 desse século, devido ao crescente número de migrantes que vinham trabalhar para a CUF, as casas foram divididas ao meio, tendo uma entrada comum e duas entradas laterais, lado esquerdo e lado direito, por isso o nº 6, que os meus pais alugaram em princípios de 1970, era o lado esquerdo, ou seja o nº6, esquerdo, que era composto de um quarto e uma cozinha, era lá que nós os três viviamos, três quer dizer, quatro com o cão, O Benfica, outra coisa que eu também nunca percebi, pois o meu pai era do Sporting...
Os meus pais construíram no espaço do quintal um anexo que foi tornado cozinha e ainda uma casa de banho pequena, todo este espaço habitacional, tinha portanto em 1971/1972 as dimensões de 3 mt X 12 mt e assim vivemos alegremente até eu migrar para as Caldas da Rainha em 1985, quando os velhotes do lado morreram, os meus pais, devido a muita pressão da minha parte, lá conseguiram alugar o lado direito do nº 6, retomando a casa a sua antiga configuração, foi lá nesse espaço que foi fundada a Azulejaria Artística Guerreiro!

Dezenas de painéis, foram produzidos na AAG, nas vertentes Clássica e Linha Livre, de 1989 a 1992...

Feiras, Exposições e Mostras de Artesanato, foram o que mais fiz desde 1988, mas em 1992 aconteceu uma coisa muito importante na minha vida e ela chama-se Tininha, a companheira que vive comigo até hoje. A Brasileira mais Portuguesa de todo o Mundo Lusófono e uma grande amiga. Porque o Amor não é nada sem a Amizade e a Amizade requer também Amor, para que continue.

Em 2000 aluguei a casa contígua, que se encontrava desocupada há sete anos e precisava desesperadamente de arranjos, pois estava em risco de derrocada. Com o resto das economias minhas e dos meus pais, lá fizemos um arranjo em 2000, que assegurou a sua estabilidade física, preservei ainda as árvores do seu jardim, um loureiro, duas laranjeiras e uma videira, que dá uma óptima sombra durante o Verão, plantei um marmeleiro, uma nespereira e uma magnólia que teima em não crescer. O meu pai, planta uns tomateiros, cebolas, pimentos, salsa, coentros e malaguetas, lá nesse espaçozinho de 3mt x 4mt, onde agora coloquei este painel exterior.
Ele até há pouco tempo, plantava numa horta urbana, mesmo em frente da Discoteca Kleópatra, que foi agora urbanizada e assim sempre mantém o contacto com a terra.
Em 2000, abri os Arquivos Guerreiro, uma forma pomposa de chamar a uma mini-Galeria onde fiz uma série de Exposições com Artistas do Concelho da Moita.
Foi Delei e Nanda que inauguraram os Arquivos Guerreiro e Delei fez mais três Exposições nos "AG", o Sr. Brito deu a todas as exposições uma divulgação excelente, no jornal "O RIO" e tornou-se além de meu amigo, amigo de Delei Amorim o grande Artista Brasileiro que agora está no México a tirar um Doutoramente em Arte e que já fez também muitos trabalhos em Azulejaria Artística, na "AAG".

1998 foi o ano em que "O ESCUDO", boletim oficial da "AAG", entrou no ciberespaço, por meio de uma mão amiga que lhe deu a linguagem binária adequada ao esboço gráfico que eu pretendi.
Escudo, por ser o escudo do Guerreiro e também porque queria preservar o nome da antiga moeda nacional, que em 2000 passou a ser o Euro.
O carácter bilingue (Português e Inglês) tem mais a ver com a possibilidade de dar à língua mais falada do Mundo, o Inglês, a hipótese de entendimento da língua mais expressiva do mundo, o Português. Em 2001 fiz já eu, toda a página e publiquei-a em HTML, no SAPO, onde está até hoje hospedada, junto com as suas duas irmãs, "ALBUNS" e "Arquivos Guerreiro", acrescentei-lhe um Blogue, "Notícias AAG News", para mostrar conteúdo multimédia, nomeadamente filmes que estão hospedados no YouTube e também para haver uma interacção com os leitores.
O ESCUDO é ainda a página mãe e boletim informativo da AAG, apesar dos seus suplementos temáticos e isto acontece desde 1998.

Em 2001 aconteceu a minha primeira exposição em Brasília, no foyeur do Teatro Nacional e em 2006 a segunda exposição no Museu de Arte de Brasília, inventei por isso um novo Super-Herói:
O Homem Azulejo, que por onde passa deixa um rasto de Ladrilhos!
Também é conhecido pelo Paineleiro Português e nunca um i foi tão importante para o entendimento duma palavra.
Paineleiro; pintor de painéis de Azulejos, paneleiro, é uma coisa completamente diferente...

...o Fado do Paineleiro, brevemente a ser gravado, marca os 20 anos de dedicação à Arte da Azulejaria Artística, ou seja 20 anos a "apaineleirar" Portugal e o Mundo.
Este Fado é a minha demonstração de "Orgulho Paineleiro", ou "Panel Pryde", em Inglês.
O video estará disponível no YouTube, logo que possível!

Rotas da Cerâmica, projecto que passa também pela possibilidade de Artistas de outras nacionalidades passarem pela AAG, para especialização na área cerâmica, neste caso a Azulejaria Artística e pela minha especialização noutras cerâmicas de outros Países, noutras vertentes cerâmicas. Delei já fez dois estágios na AAG em que aprendeu a técnica ancestral da Azulejaria tradicional Portuguesa e adicionou-lhe o seu génio criativo, estou receptivo a que por permuta de conhecimentos, esta experiência se repita com outros ceramistas, especialmente do Mundo Lusófono.
O PPART – Programa para a Promoção dos Ofícios e das Microempresas Artesanais é uma iniciativa governamental aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 136/97, de 14 de Agosto, cuja finalidade é valorizar, expandir e renovar as artes e ofícios em Portugal.
Luís Cruz Guerreiro, é artesão reconhecido por este instituto, nº 110694, na área 02.06 - Pintura Cerâmica.
A Azulejaria Artística Guerreiro é uma Unidade Produtiva Artesanal, reconhecida por este instituto, carta nº 120611.
Friso "Artística"

Friso "Guerreiro"








Domingo, Setembro 16, 2007
Friso Azulejaria Artística Guerreiro


Logotipo da AAG

To the AAG Logo, at the Workshop entrance, have been add the Logos; Fundation Date: 1989, 20 years of painting in tiles. Ceramic Routes, Handcraft and Hancraft Workshop recognized by the PPART, plus the 10 years of the Internet Page: “The Shield”
Quarta-feira, Agosto 29, 2007
Exposição com os azulejos da colecção "Os Barcos d'O RIO" na Velhinha

Barcos d'O RIO-Imagens de alguns premiados

O meu barbeiro de sempre, o Sr. Zé recebeu um prémio EXTRA, por ter completado toda a caderneta e porque eu assim o quis!


Não me foi possível publicar as fotos do Primeiro e do Terceiro Premiados, pois o jornal O RIO, não as pode disponibilizar, recordo aqui de novo os três premiados:
1º Prémio – Vítor Manuel Alves Pereira-Sarilhos Grandes
2º Prémio – José Calado-Baixa da Banheira
3º Prémio – Manuel Ferreira Fernandes-Palhais
L+G
Sábado, Maio 12, 2007
Acordo Ortográfico, será desta !

"A qualquer momento o idioma português vai mudar, para que seja escrito de uma única forma nos oito países que adotam este idioma: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa foi proposto em 1990. Cinco dos oitos paises membros da CPLP já tinham assinado o documento. Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe assinaram recentemente. Serão cerca de 40 mudanças, entre elas estão o alfabeto com 26 letras (atualmente são 23), com a inserção do “k”, “w” e “y”, e o fim do trema (permanece apenas em nomes próprios e derivados). O português é a terceira língua mais falada no mundo ocidental, por mais de 250 milhões de pessoas, atrás apenas do inglês e espanhol.
Assim que receberem as novas regras ortográficas, os ministérios da educação, academias de letras, editores e produtores de material didático iniciarão o processo de adequação do idioma. As mudanças acontecerão porque existem duas ortografias e isso dificulta a divulgação do idioma e a sua prática.
Com as modificações acertadas, calcula-se que a escrita no Brasil terá 0,45% de alteração. Em Portugal, estima-se uma mudança de 1,6% do vocabulário escrito. Apesar das mudanças ortográficas, serão conservadas as pronúncias típicas de cada país.
Um dos maiores defensores da unificação da escrita da língua foi o filólogo Antônio Houaiss. Ele era o representante brasileiro nas negociações com Portugal sobre as alterações no idioma. Faleceu em 1999, sem conseguir ver o resultado do seu trabalho.
O português também é falado na antiga Índia portuguesa (Goa, Damão, Diu e Dadra e Nagar Haveli), além de ser uma das línguas oficiais da União Européia e do Mercosul.
Algumas mudanças
Os portugueses, por exemplo, passarão a escrever “úmido”, ao invés de “húmido”, como é atualmente. Também desaparecem da língua escrita em Portugal, o “c” e o “p” nas palavras onde ele não é pronunciado: “acção”, “contacto”, “acto”, “adopção”, “baptismo”, “óptimo” e “Egipto”.
Não se usará mais o acento circunflexo nas palavras paroxítonas terminadas em “o” duplo: “abençôo”, “enjôo” e “vôo”. No Brasil, a escrita correta será: “abençoo”, “enjoo” e “voo”.
Também deixará de ser empregado o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus decorrentes. Assim, a grafia correta passará a ser: “creem”, “deem”, “leem” e “veem”.
O a cento deixará de ser usado para diferenciar “pára” (verbo) de “para” (preposição) e também nos ditongos abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”, que perderão o acento agudo.
Larissa MERCANTE
BRASIL "
Sexta-feira, Maio 11, 2007
Referência no jornal de Referência, O RIO. PT


A minha colaboração para o AlmaHQ



L+G
Luís Guerreiro, publicado em Brasília na revista AlmaHQ



Terça-feira, Abril 24, 2007
Viva o 25 de Abril !


L+G
Quinta-feira, Abril 19, 2007
Novo Vidrado Cerâmica Constância


Sábado, Abril 07, 2007
Comentários moderados
As minhas desculpas a todos os que comentaram e não viram o seu comentário publicado, nem obtiveram uma resposta.
L+G
Terça-feira, Abril 03, 2007
Ouro e Prata 4-Pormenores

É dificíl transpor para a foto as nuances que o Ouro e Prata têm na realidade só vendo o painel de perto.
Ouro e Prata 3

Com esta encomenda, e ao utilizar o ouro e a prata, noto que o efeito final é surpreendente e muito emocionante, porque o ouro pintado tem as características desse nobre metal e a prata, pelas experiências que realizei, pode atingir nuances desde a prata nova até à prata velha e mesmo o estanho, quando aplicada sobre tintas já pintadas, porque oxida de uma maneira que se pode tornar muito criativa.
Ouro e Prata 2
A primeira fase da pintura foi com as cores que coziam à temperatura normal que é utilizada na AAG, cerca de 1000 graus centígrados.
Ouro e Prata

Na sequência duma encomenda por parte do Regimento de Artilharia Antiaérea nº1 de Queluz, tive a oportunidade de, pela primeira vez na minha carreira, que já conta vinte e um anos na área do azulejo, pintar com ouro e prata verdadeiros.
Já tinha feito algumas experiências com corantes que ficavam “dourados “ e “prateados” mas nunca consegui resultados que me fizessem utilizar esses substitutos.
Terça-feira, Janeiro 23, 2007
Update de Links no Escudo
Uma nova secção foi criada, ARTISTAS VÁRIOS, que apresentam DELEI, grande artista Brasiliense, ZECA, artista Alhos Vedrense, VITOR MOINHOS, o grande fotógrafo JJCN, admirável no modo como retrata as margens do nosso rio Tejo, JOÃO MARTINHO um amigo AlhosVedrense que vive profissionalmente da música e também um estudioso dessa Arte, o meu primo DANIEL CARRIÇO, que foi formado na escola do Sporting e já entrou na equipa Sénior do SCP, meu Clube do coração, futebolista brilhante que ainda vai dar que falar, ESTÓRIAS DE ALHOS VEDROS, uma compilação de contos muito gostosos de ler, organizada, selecionada e criada por LUÍS CARLOS e LUÍS MOURINHA, a lista completa, (mais de 1000) de todos os ARTESÃOS PORTUGUESES, reconhecido pelo Instituto Estatal, PPART e muitos Artistas BRASILEIROS, no PORTAL DAS ARTES.
L+G
Luís Guerreiro é noticia no jornal Margem Sul

Irina Verissimo, jornalista do jornal Margem Sul, foi autora de um excelente trabalho jornalístico na forma de uma entrevista que realizou para esse jornal. Será descabido talvez agradecer-lhe, mas não posso deixar de o fazer, pois sei a força que pode ter uma entrevista num jornal de referência, para a minha carreira e para prosseguir nesta saga que tem sido levar este projecto que é a Azulejaria Artística Guerreiro em frente, apesar de todos os obstáculos que tenho encontrado no caminho, mas isso são outras estórias que só mais tarde, quando achar conveniente, contarei...L+G



































































