domingo, setembro 30, 2007

Friso "Guerreiro"


Esta parte do friso exterior da AAG, representa a "Linha Livre", que incluí também a cerâmica experimental e colagens com vidro a alta temperatura, este é apenas um exemplo desta vertente que pode ser vista mais detalhadamente aqui.
















domingo, setembro 16, 2007

Friso Azulejaria Artística Guerreiro




O Friso começa com a técnica do lápis cerâmico, que dá uma forma de esboço, com muita liberdade criativa, vidrado depois com vidro transparente...
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The Frame begins withthe Ceramic Crayon technique, which allows to make a very creative sketch, glazed after, with transparent glazed...
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As letras em relevo, foram recortadas de Azulejos e coladas a Alta Temperatura com o próprio vidro...
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The Letters in relief, have been cut fromTiles e glued in high temperature burn, with is own glazed...

Vista geral da Oficina




Os Frisos da AAG, que retratam a história de Luís Cruz Guerreiro e da história da Azulejaria Portuguesa, foram colocados em Setembro de 2007 .

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The AAG Ceramic Frames, tell the History of Luís Cruz Guerreiro, so far, but also the Brief History of Portuguese Tiles.
L+G

Logotipo da AAG


Ao Logo da AAG, que está à entrada da Oficina, foram acrescentados os Logos;

-Data da Fundação: 1989,

-20 anos de Azulejaria,

-Rotas de Cerâmica,

-Artesão e Unidade Artesanal reconhecidos pelo PPART e os

-10 Anos de página na Internet: “O Escudo”.
Os azulejos têm um tipo de vidrado tradicional dos sec. XVII, XVIII, segredo da AAG.
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To the AAG Logo, at the Workshop entrance, have been add the Logos; Fundation Date: 1989, 20 years of painting in tiles. Ceramic Routes, Handcraft and Hancraft Workshop recognized by the PPART, plus the 10 years of the Internet Page: “The Shield”
The Ceramic Tiles have a type of glazed that is similar to the ancient Portuguese glazed of the XVII, XVIII, AAG top secret.
L+G

quarta-feira, agosto 29, 2007

Exposição com os azulejos da colecção "Os Barcos d'O RIO" na Velhinha


Culminou esta iniciativa na exposição dos Trabalhos em Azulejaria "Os Barcos d 'O RIO", na exposição temática que decorrerá na Velhinha durante as Festas de Alhos Vedros, que decorreu de 27 a 31 de Julho, para que todos podessem apreciar os azulejos que retratam as embarcações típicas dos séculos XVIII, XIX e XX. que serviram de principal meio de transporte de passageiros e mercadorias, entre as margens do Estuário do Tejo.

Esta Colecção de Cromos em azulejos "Os Barcos d 'O RIO" resulta da colaboração de 3 parceiros;

Primeiro- O jornal O RIO que através do seu director Brito Apolónia, viabilizou pela segunda vez na sua história, a publicação de uma colecção de cromos com saída quinzenal e em cada edição do jornal O RIO, do n.º 193 ao n.º 210, recordo que a primeira colecção de cromos de azulejos, "Imagens do Concelho da Moita", já antes tinha sido publicada no RIO.
Segundo- Francisco Guerreiro, proprietário dos Talhos "Nova Era', que patrocinou a Caderneta onde os cromos seriam coleccionados
Terceiro - A Azulejaria Artística Guerreiro, que assim efectuou uma forma de fazer publicidade e divulgar o seu trabalho na área da Azulejaria Artística por permuta dos seus azulejos com o jornal "O RIO".

- Não houve por isso através de Luís Cruz Guerreiro qualquer espécie de transacção comercial que implicasse dinheiro apenas se efectuou uma troca de serviços.

- Com o jornal 'O RIO", foram trocados azulejos por espaço publicitário e no caso das Talhos 'Nova Era", a publicidade das Capas da Caderneta pagaram a impressão da mesma.

A venda dos azulejos em cinco Papelarias / Tabacarias dos Concelhos da Moita e do Barreiro acrescentaram a possibilidade dos leitores do RIO, coleccionarem também os azulejos pintados à mão, além dos cromos impressos.
L+G

Barcos d'O RIO-Imagens de alguns premiados

As imagens possíveis de alguns dos premiados da colecção de cromos em azulejos Os Barcos D'O RIO, é ele o segundo premiado – José Calado, da Baixa da Banheira...



O meu barbeiro de sempre, o Sr. Zé recebeu um prémio EXTRA, por ter completado toda a caderneta e porque eu assim o quis!






Não me foi possível publicar as fotos do Primeiro e do Terceiro Premiados, pois o jornal O RIO, não as pode disponibilizar, recordo aqui de novo os três premiados:

1º Prémio – Vítor Manuel Alves Pereira-Sarilhos Grandes

2º Prémio – José Calado-Baixa da Banheira

3º Prémio – Manuel Ferreira Fernandes-Palhais

L+G

sábado, maio 12, 2007

Acordo Ortográfico, será desta !

A Notícia vem no PRAVDA, por isso suponho que seja verdade, ou que em breve se torne verdade... tomara que sim, pois é um mercado editorial muito grande.



"A qualquer momento o idioma português vai mudar, para que seja escrito de uma única forma nos oito países que adotam este idioma: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa foi proposto em 1990. Cinco dos oitos paises membros da CPLP já tinham assinado o documento. Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe assinaram recentemente. Serão cerca de 40 mudanças, entre elas estão o alfabeto com 26 letras (atualmente são 23), com a inserção do “k”, “w” e “y”, e o fim do trema (permanece apenas em nomes próprios e derivados). O português é a terceira língua mais falada no mundo ocidental, por mais de 250 milhões de pessoas, atrás apenas do inglês e espanhol.
Assim que receberem as novas regras ortográficas, os ministérios da educação, academias de letras, editores e produtores de material didático iniciarão o processo de adequação do idioma. As mudanças acontecerão porque existem duas ortografias e isso dificulta a divulgação do idioma e a sua prática.
Com as modificações acertadas, calcula-se que a escrita no Brasil terá 0,45% de alteração. Em Portugal, estima-se uma mudança de 1,6% do vocabulário escrito. Apesar das mudanças ortográficas, serão conservadas as pronúncias típicas de cada país.
Um dos maiores defensores da unificação da escrita da língua foi o filólogo Antônio Houaiss. Ele era o representante brasileiro nas negociações com Portugal sobre as alterações no idioma. Faleceu em 1999, sem conseguir ver o resultado do seu trabalho.
O português também é falado na antiga Índia portuguesa (Goa, Damão, Diu e Dadra e Nagar Haveli), além de ser uma das línguas oficiais da União Européia e do Mercosul.
Algumas mudanças
Os portugueses, por exemplo, passarão a escrever “úmido”, ao invés de “húmido”, como é atualmente. Também desaparecem da língua escrita em Portugal, o “c” e o “p” nas palavras onde ele não é pronunciado: “acção”, “contacto”, “acto”, “adopção”, “baptismo”, “óptimo” e “Egipto”.
Não se usará mais o acento circunflexo nas palavras paroxítonas terminadas em “o” duplo: “abençôo”, “enjôo” e “vôo”. No Brasil, a escrita correta será: “abençoo”, “enjoo” e “voo”.
Também deixará de ser empregado o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus decorrentes. Assim, a grafia correta passará a ser: “creem”, “deem”, “leem” e “veem”.
O a cento deixará de ser usado para diferenciar “pára” (verbo) de “para” (preposição) e também nos ditongos abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”, que perderão o acento agudo.

Larissa MERCANTE

BRASIL "

sexta-feira, maio 11, 2007

Referência no jornal de Referência, O RIO. PT



O meu amigo, Brito Apolónia director do jornal de referência regional O RIO, teve a gentileza de publicar uma notícia no RIO.PT, e também na sua edição em papel de 15 de Maio de 2007, sobre o AlmaHQ, o que agradeço.


L+G

A minha colaboração para o AlmaHQ

Fiz uma breve síntese da História das Histórias em Quadrinhos em Portugal e no Brasil:




O AlmaHQ, publicou um "Preview" de quatro pranchas/painéis das dezanove que tem o primeiro episódio, que pretendo publicar numa revista de 32 páginas coloridas em formato "Comic-Book", com inclusão do poster "Cidades Flutuantes"


continua...

L+G

Luís Guerreiro, publicado em Brasília na revista AlmaHQ



A O.P. Comics de Brasília, publicou o AlmaHQ

O ALmaHQ é uma revista de HQ (Histórias em Quadrinhos) que é o equivalente à expressão francófona também utilizada entre nós, BD (Banda Desenhada). Sempre preferi o termo Histórias em Quadrinhos, porque são Quadrinhos, ou pequenos quadros que se utilizam nessa narrativa gráfica. O termo, Quadradinhos ou Histórias em Quadradinhos é na minha opinião bastante redutor, porque os Quadrinhos não têm necessáriamente de ter esse formato quadrado, podem ser redondos ou rectangulares ou nem terem sequer delimitação física, por isso não adopto este termo nem tão pouco a antiga designação de histórias de "coubóis", termo que entrou em voga nos anos sessenta do século XX, devido ao "Mundo de Aventuras", na sua quarta série, quase e só publicar Histórias em Quadrinhos de Cowboys os famosos Westerns.

Esta explicação serve para que se entenda a minha preferência pelo termo: Histórias em Quadrinhos.

"O AlmaHQ, reune desenhos, textos e quadrinhos de jovens de Brasília que, entre os anos de 1999 a 2007, participaram do OP (Operação Plástica), grupo de experimentação e intervenção de arte urbana e colectiva que actua em diversos espaços da cidade...."

Este Colectivo, teve a delicadeza de publicar um texto meu sobre a história da HQ em Portugal e no Brasil e ainda um "Preview" de quatro páginas, da minha HQ de Ficção Ciêntifica em Azulejos, "Aventuras de Jerílio no século 25", o que muito me honra e que também considero ser uma homenagem aos Artistas Portugueses, deste País Irmão, que é o Brasil e da comunidade de artistas Brasilienses que enquanto expus tive o prazer de conhecer através das suas multifacetadas obras artísticas e também alguns que conheci pessoalmente, abrindo-me os sentidos para a Arte que se faz agora em Brasília, que considero do melhor que se faz no Brasil. No sentido apenas das HQs de qualidade acima do comum, quero referenciar também aqui o fanzine "Bongolê Bongoró", de que farei um post só dedicado a este projecto de Histórias em Quadrinhos de Brasília, que para mim só tem como equivalente a Mítica "Chiclete com Banana", muita atenção a este colectivo, ainda vai dar muito que falar !

O AlmaHQ tem 100 páginas, 48 a quatro cores, a capa é de papel brilhante e o formato é o dum albúm clássico, 20 X 26,5 cm.
Alguns autores que destaco, aleatóriamente...




O Colectivo Operação Plástica:



O Projecto Bicho-Lixo, talvez o mais emblemático do OP e concerteza uma grande oportunidade para quem tenha a visão de o transportar para Portugal, recordo que este projecto foi entregue à veradora da Cultura da CMM, Vivina Nunes, em Novembro de 2006 onde tem estado em estudo para se viabilizar a sua realização aqui no Concelho da Moita, com a presença imprescíndível do seu impulsionador em Brasília Delei, conceituado artista Brasiliense que aqui se dignou a organizar um grupo para tornar viável técnicamente o projecto Bicho-Lixo.

Esperemos que a resposta da Câmara da moita seja positiva e consigamos com este projecto dignificar o concelho apontando a reciclagem do Lixo Urbano pela Arte, como uma das mais inovadoras iniciativas a que a CMM se pode orgulhar de ter sido convidada a participar como hospedeira primeira, deste projecto que foi entregue por Luís Guerreiro e Brito Apolónia à vereadora Vivina Nunes, relembramos.


L+G

terça-feira, abril 24, 2007

Viva o 25 de Abril !


O 25 de Abril de 1974, foi um golpe militar que nos devolveu a Democracia, os partidos políticos e especialmente a liberdade de imprensa, que foi o tema que me inspirou em 1994 a fazer este painel de azulejos policromados com as edições dos jornais que sairam nessa data, já sem o lápis azul da censura.
Este painel está exposto no bar da associação de reformados da Baixa da Banheira, "O Norte", e utilizei nele três tipos de vermelhos, (Vermelho Sangue, Vermelho Vivo e Vermelho Escuro), cores que integraram a gama de cores da Azulejaria Artística Guerreiro.



L+G

quinta-feira, abril 19, 2007

Novo Vidrado Cerâmica Constância



A Srª Fernanda, pediu-me o restauro de alguns azulejos feitos pela extinta e tão bem conhecida Cerâmica Constância, o vidrado base desses azulejos, difere do vidrado da AAG, sendo um pouco mais escuro, (Cada Azulejaria tem os seus segredos na mistura de vidros e na aplicação de óxidos e corantes), mas com apenas uma experiência deste novo vidrado consegui atingir a mesma tonalidade do vidro base da Cerâmica Constância, foi uma aposta por defeito que resultou à primeira, porque por vezes são precisas algumas cozeduras de experiências para se atingir um resultado. Foi um pouco de sorte aliado a uma grande experiência com vidrados, porque desde 1989 que a AAG, faz o seu próprio vidrado, que é dos segredos maiores da AAG, devido à textura semi-brilhante à coloração que tenta parecer-se o máximo possível com a coloração do vidrado da azulejaria clássica portuguesa do século XVII até à composição do vidro base, que faz com que as cores dos óxidos realcem e dê possibilidade da integração na mesma cozedura de cores como o vermelho sangue, que geralmente se desvanecem a altas temperaturas.
A Srª Fernanda gostou do resultado e eu aprovei este novo vidrado, um renascido vidrado da Cerâmica Constância, que agora se encontra dísponivel na Azulejaria Artística Guerreiro, com a designação AAG-CC.



L+G

sábado, abril 07, 2007

Comentários moderados

Por erro meu e também inexperiência inseri sem o saber neste Blog a ferramenta "Comentários Moderados", o que só agora que o Blogger me mudou para o novo Blogger notei e espero que os comentários já estejam nos Posts, onde responderei a todos.
As minhas desculpas a todos os que comentaram e não viram o seu comentário publicado, nem obtiveram uma resposta.

L+G

terça-feira, abril 03, 2007

Ouro e Prata 6-Pormenor

Ouro e Prata 5

Ouro e Prata 4-Pormenores


É dificíl transpor para a foto as nuances que o Ouro e Prata têm na realidade só vendo o painel de perto.

Ouro e Prata 3


Com esta encomenda, e ao utilizar o ouro e a prata, noto que o efeito final é surpreendente e muito emocionante, porque o ouro pintado tem as características desse nobre metal e a prata, pelas experiências que realizei, pode atingir nuances desde a prata nova até à prata velha e mesmo o estanho, quando aplicada sobre tintas já pintadas, porque oxida de uma maneira que se pode tornar muito criativa.

Ouro e Prata 2

A primeira fase da pintura foi com as cores que coziam à temperatura normal que é utilizada na AAG, cerca de 1000 graus centígrados.

Ouro e Prata








Na sequência duma encomenda por parte do Regimento de Artilharia Antiaérea nº1 de Queluz, tive a oportunidade de, pela primeira vez na minha carreira, que já conta vinte e um anos na área do azulejo, pintar com ouro e prata verdadeiros.
Já tinha feito algumas experiências com corantes que ficavam “dourados “ e “prateados” mas nunca consegui resultados que me fizessem utilizar esses substitutos.